A Semana de Alta-Costura de Paris 2016, realizada de 24 a 28 de janeiro, se aproxima cada vez mais da realidade da mulher atual, em vez de peças exuberantes, ricas em detalhes, traz para a passarela peças práticas e funcionais que revelam um universo repleto de segurança e poder.
O Atelier Versace, por Donatella Versace, mostra uma coleção que valoriza a silhueta feminina com recortes que acompanham as curvas e telas que insinuam o poder do corpo feminino.

A Schiaparelli, por Bertrand Guyon, desfila uma coleção de DNA surrealista, com elementos do universo gastronômico, flores e borboletas. Destaque para os geométricos e o crochê.

Giambattista Valli inspira-se nos jardins parisienses em uma coleção romântica e suave com muitas flores, bordados, laços e cristais. Os vestidos curtos destacam-se pelos recortes nas mangas e detalhes aplicados na parte superior e os longos ganham volume com muitas camadas de tule.

A Dior, com a saída de Raf Simons, tem a coleção assinada por Lucie Meier e Serge Ruffieux, dois jovens da equipe, que assumiram a responsabilidade de assinar a coleção.

Uma coleção mais funcional do que luxuosa, com decotes profundos, assimetria e transparência.




